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Dados históricos da evolução do local do Parque

No final de 2008 a Tractebel Energia concluiu a recuperação de todo o pátio da ex-Caeeb. Nesse processo, foram removidos 2,1 milhões de toneladas de carvão ali depositados. O local foi transformado no Parque Ambiental Encantos do Sul. O Parque surgiu depois de 15 anos de trabalho de recuperação da área, inaugurado em 18 de outubro de 2013. São 35 hectares entregues para que a comunidade da região Sul de Santa Catarina possa desfrutar de todos os valores e benefícios que as áreas verdes urbanas podem oferecer.

 

Média de visitantes anualmente

Aproximadamente 280 mil pessoas. O programa de visita da Engie também contempla os alunos com as visitas ao Parque, em especial à exposição de peças de usinas (caldeira, turbina, gerador, painel térmico entre outros), que auxiliam na didática do conhecimento do processo de geração de energia. Recebemos em torno de 5 mil alunos por ano.

 

Como era antes

O local onde o Parque está inserido pertencia a uma empresa estatal, chamada Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras Caeeb – (comercializadora de carvão). O desenvolvimento dessa atividade, ao mesmo tempo em que proporcionou amplo progresso econômico e social para a região, gerou uma série de graves impactos ambientais sobre o solo e as águas. Ao longo dos anos, o beneficiamento do carvão formou depósitos de rejeitos de carvão (fração do material sem valor de venda), que constituíram montanhas com milhões de toneladas do resíduo, tornando-se focos de poluição. A situação tornou-se tão grave que em 1980 cerca de 4 mil hectares estavam totalmente comprometidos e o sul de Santa Catarina foi reconhecido como a 14ª Área Crítica Nacional (Decreto Federal Nº85.206/80) do ponto de vista ambiental. Os depósitos ocuparam principalmente três áreas no município de Capivari de Baixo, somando 260 hectares. Todas elas estão localizadas às margens da BR-101, próximas ao Complexo Termelétrico Jorge Lacerda. Em 1975, com a instalação da Caeeb na região, outro depósito de carvão começou a ser formado. A estatal ficou responsável pela comercialização do carvão energético e metalúrgico catarinense. O comércio da matéria-prima formou um depósito de 47 hectares e que chegou a ter mais de 3 milhões de toneladas de carvão. A área localizava-se ao lado do Complexo Jorge Lacerda, local em que a Caeeb estava instalada. Diante da necessidade de desenvolver ações para preservar os mananciais e o solo, o poder público de Santa Catarina, por meio da Fundação do Meio Ambiente, hoje Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), iniciou no final dos anos 80 um processo para recuperar essas áreas em parceria com as estatais que à época controlavam o beneficiamento e o uso do carvão (Lavacap, Caeeb e Eletrosul). Em 1998, com a aquisição da estatal Gerasul pelo Grupo Suez, controlador da Tractebel Energia, os depósitos, formados durante a operação de empresas de beneficiamento e comercialização de carvão antes de a Tractebel Energia assumir o controle do Complexo Jorge Lacerda, passaram a ser recuperados pela empresa. Com a aquisição, a Tractebel Energia ficou responsável por de 47 hectares de áreas degradadas, correspondentes ao pátio da ex-Caeeb, e também colaborou com o projeto de recuperação de outras áreas, fornecendo cinzas resultantes da queima do carvão mineral para a correção da topografia e da acidez. Além disso, realizou a redução dos pátios de depósito do carvão usado nas usinas do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda.

 

Pontos de monitoramento da qualidade da água realizado pela Engie

Quatro piezômetros ligados no lençol freático do Parque Ambiental – O sistema de inspeção das águas subterrâneas é composto por poços, com diâmetro mínimo suficiente para a coleta de amostras, revestidos e tapados na parte superior. O método utilizado segue as recomendações da Norma técnica da CETESB nº 6010 de 1988, onde os poços são esvaziados 24 horas antes da coleta, uma vez que a água parada pode não ser representativa na qualidade da água do aquífero. As análises são realizadas de acordo com as técnicas prescritas no Standard Methods for the Examinatianofwaterandwastewater 20th Edition, 1975.

 

Sustentabilidade

Para abastecer as instalações do Parque são utilizados mecanismos sustentáveis como a captação da água da chuva, o aquecimento dessa água através da energia solar e tratamento de esgoto (em andamento de projeto em parceria com a Unisul), que utiliza zona de raízes, onde uma vegetação própria se alimenta do material orgânico e torna a água potável novamente.

 

Investimentos

Foram investidos aproximadamente R$ 22 milhões. O projeto foi realizado pela Unisul e as obras por empresas da região, evidenciando o compromisso da Engie com o desenvolvimento de empresas da região em que está inserida.

 

História cultural do local

Desde o final de 2013 até a data de hoje foram realizados mais de 600 eventos. Os que trouxeram maior público foram: Chitãozinho e Xororó, na inauguração do Parque, e Ballet Bolshoi no primeiro aniversário do Parque.

 

Flora

Vinte e três hectares é de reflorestamento com plantas das seguintes espécies: Acerola, Agapanto, Alamanda, Amora, Angico Vermelha, Araçá amarelo, Aroeira, Aroeira Salsa, Azaleia, Bela-Emília, Bulbine, Butiá, Caju, Caliandra, Canela, Capororoca, Cereja, Clitória, Clorofito, Estrelicia, Eucalipto, Figo, Figueira Vermelha, Fruta do Conde, Goiabeira, Grama Esmeralda, Guarapuvu, Hortênsia, Ingá Cipó, Ingá Feijão, Ingá Macaco, Ipê Amarelo, Ipê branco, Ipê Roxo, Jabuticabeira, Jacarandá Mimoso, Jambolão, Jerivá, Laranja Baía, Laranja Kinkan, Laranja Lima, Laranja Natal, Laranja Vermelha, Lichia, Lírio, Losna, Manacá da serra, Manacá de jardim, Margaridão, Maricá, Paineira, Palmeira Cica, Palmeira Fênix, Palmeira Leque, Pata de Vaca, Pau Brasil, Peperômia amarela, Pitanga, Primavera, Sansão do Campo, Sobragi, Tipuana.

 

Fauna

Lebre, sabiá, cobras, garças, coruja buraqueira, lagarta processionaria, tartaruga da orelha vermelha, quero-quero, maçaricos/tapicurus, curicaca, andorinha, lagartos, cardeal, entre outros.

 

Oferta ambiental

Projeto com o CEI Maria de Lourdes Pereira Fernandes “Eu cuido de uma Planta no Parque” onde cada aluno plantou sua árvore nativa no Parque, contendo placa de identificação com cada nome e o projeto da continuidade ensinando aos alunos do CEI a como cuidar da árvore e como ela é importante para o Planeta e para a sobrevivência da fauna.

Projeto Arqueologia Patrimonial, no Parque tem uma área de sambaqui, preservada, no qual a Unisul está realizando trabalho para escavar a área e realizar visitas com as escolas da região da Amurel.

Duas estagiárias da Unisul, uma no horário matutino e outro no horário vespertino realizam projetos na área ambiental. Sendo uma na área de Agronomia, onde faz o levantamento das espécies nativas, controle de fungos e reposição de mudas mortas. A outra na área de Química, onde realiza o projeto de tratamento da fossa séptica, para tratar esse efluente para ser utilizado para regar as plantas dos canteiros.

Gerenciamento de resíduos e Educação Ambiental, devido ao grande número de visitantes, aderimos educação ambiental nas lixeiras do Parque, para realizar o gerenciamento de resíduos (Em processo de adaptação). Muitas pessoas ainda não têm o habito de separar os resíduos para cada tipo de coletor correto.

Projeto Protetor Ambiental, que teve início em 2017 e continuidade em 2018. Os alunos recebem aulas de hierarquia, disciplina e temas relacionados ao meio ambiente, o Projeto é realizado em parceria com a Polícia Ambiental de Laguna, Prefeitura, Engie, Associação Jorge Lacerda e Fucap.

 

Troca do nome

Ao completar 3 anos de existência, em 2016, a Associação Jorge Lacerda, entidade responsável pela administração do o Parque Ambiental, decidiu que era o momento de reconhecer o acolhimento e receptividade da comunidade, e abriu a possibilidade de a comunidade escolher o nome do seu parque.

 

Espaços

Centro multiuso, auditório/teatro, sala de meio ambiente, foyer, copa, concha acústico, cantina, espaço multiuso.

 

Administração e Gestão do Parque

Presidente: Valdeci Francisco Algayer/Engie Brasil Energia S.A

Diretor Administrativo/Financeiro: Expedito Michels

Gerente Administrativo/Financeiro: Luana Faustino de Freitas

Colaboradores Jardim: 04

Colaboradores limpeza: 02

Colaboradores vigias: 04

Eletricista: 01

 

 

Composição da Associação Jorge Lacerda

PRESIDÊNCIA – Engie Brasil Energia S.A

Titular: Valdeci Francisco Algayer 

Suplente: Luiz Cesar Fernandes

DIRETORIA FINANCEIRA – Univinte Centro Tecnológico Eireli

Titular: Expedito Michels

Suplente: Emillie Michels

SECRETÁRIO GERAL – Engie Brasil Energia S.A

Titular: Glauco Boppre Rodrigues

Suplente: Graziele Borges Damian Masiozek

DIRETORIA DE EVENTOS – Associação de Municípios da Região de Laguna – AMUREL

Titular: Luiza Stachechem Rech dos Santos

Suplente: Everson Guimarães

PRESIDENTE DO CONSELHO SUPERIOR – Fundação Universidade Sul de Santa Catarina – UNISUL

Titular: Heitor Wensing Junior

Suplente: Rafael Ávila Faraco

MEMBRO DO CONSELHO SUPERIOR – Associação de Municípios da Região de Laguna – AMUREL

Titular: Celso Heidemann

Suplente: Everson Guimarães

MEMBRO DO CONSELHO SUPERIOR – Engie Brasil Energia S.A

Titular: Sérgio Roberto Maes

Suplente: Fábio Silveira Costa

MEMBRO DO CONSELHO SUPERIOR – Univinte Centro Tecnológico Eireli

Titular: Emillie Michels

Suplente: Arthur Michels

MEMBRO DO CONSELHO SUPERIOR – Associação dos Empregados da Tractebel Energia e Eletrosul

– ASES

Titular: Sézio Saturno Marcos

Suplente: Hamilton Gomes de Souza

CONSELHO FISCAL – Engie Brasil Energia S.A

Titular: Rodrigo Balsini Hübbe

Suplente: Vagner Corrêa

MEMBRO DO CONSELHO FISCAL – Engie Brasil Energia S.A

Titular: Rodrigo Paes

Suplente: Jonas Marciel Fermino

MEMBRO DO CONSELHO FISCAL – Associação de Municípios da Região de Laguna – AMUREL

Titular: Alexandre Martins da Silva

Suplente: Ramon Correa Mendes